As ferramentas de geração de imagens por IA, como Dall-E e Stable Diffusion, estão revolucionando o campo da arte, permitindo que qualquer pessoa transforme descrições textuais em imagens detalhadas em questão de segundos. No entanto, o processo criativo continua profundamente enraizado na intervenção humana, seja na formulação de descrições, na escolha de resultados ou na própria estruturação dos sistemas que alimentam essas inteligências artificiais.
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As experiências de usuários, como a relatada pela autora Rachel Ossip nesta reportagem do The Guardian, mostram que as IAs frequentemente produzem resultados surpreendentes e até mesmo psicodélicos, com interpretações que revelam tanto as limitações quanto o potencial criativo dessas tecnologias. Mesmo com todo o avanço, o papel humano permanece no centro da arte gerada por IA, controlando e guiando o desenvolvimento dessas inovações.
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