O gênero de terror, tradicionalmente popular, tem mostrado um grande poder mercadológico, tanto no Brasil quanto no exterior. A chegada do Halloween nos Estados Unidos potencializa os lançamentos de filmes e séries nos cinemas e nas plataformas de streaming, mas o sucesso do gênero vai muito além desta data, envolvendo uma combinação de prazer psicológico e estratégia de negócios eficaz.
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O terror atrai por nos expor a medos em um ambiente seguro, liberando dopamina e adrenalina. Estudos, como o livro Why Horror Seduces, apontam que ele estimula emoções intensas sem riscos reais. Jovens, em especial, são o público mais receptivo, conforme demonstrado em pesquisas como a da Harvard Business Review, que destaca o fascínio dos Millennials pelo gênero.
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O Brasil, um dos maiores mercados consumidores de terror, ainda enfrenta desafios na produção local. Embora filmes como A Freira tenham grande sucesso, o país carece de produções nacionais de peso, o que indica um “gap” de mercado. Há espaço para que o país invista mais nesse gênero, especialmente com a demanda crescente e a possibilidade de retorno financeiro elevado, como demonstrado pelos baixos custos de produção do gênero.
Saiba mais neste texto do Creators Bridge.
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