A extrema-direita europeia está utilizando a tecnologia de inteligência artificial generativa para intensificar campanhas políticas baseadas em desinformação, especialmente com foco em narrativas anti-imigração.
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Exemplos vão desde imagens manipuladas na Alemanha pelo partido AfD até memes criados por grupos na Irlanda e na França, todos sem marcas d’água ou identificação de sua origem, dificultando o rastreio de sua autenticidade. Especialistas alertam que, ao contrário de partidos tradicionais, os extremistas não enfrentam barreiras éticas significativas para o uso da tecnologia.
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Além de facilitar a criação de conteúdo, a IA contribui para um “mainstreaming” de narrativas extremistas, algo reforçado pela normalização de tais visões. Apesar disso, partidos políticos mais moderados hesitam em usar essa abordagem devido a preocupações éticas e questões de credibilidade.
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